Pages
Pages
Pages
Libellés
Maps Cartes Mapas نقشه ها خرائط
20/08/2026
17/03/2026
O ataque ao Irão provoca dissensão nas Forças Aramadas dos EUA. O que virá a seguir?
John
Catalinotto, workers world, 13/3/2026
Traduzido
por Mudar de vida
A batalha
que começou com o ataque não provocado da máquina de guerra EUA-Israel contra o
Irão, em 28 de fevereiro, expandiu-se nos seus primeiros 11 dias para uma
conflagração regional e está a avançar a uma velocidade sem controlo rumo a uma
guerra mundial.
A organização Veteranos pela Paz oferece
assistência a soldados dissidentes
Activistas pacifistas e anti-imperialistas nos
Estados Unidos — nas entranhas do monstro — têm o dever especial de fazer tudo
o que estiver ao seu alcance para deter esta guerra. E há uma área em que eles
estão na melhor posição para agir: entrar em contacto com membros das forças
armadas usamericanas.
O primeiro ponto a deixar claro ao planear essa
luta é que a classe dominante super-rica dos Estados Unidos e os regimes
reaccionários racistas que comandam os estados opressores, tanto os EUA como
Israel, são os criminosos responsáveis pelas consequências terríveis da guerra. O movimento pacifista deve expor esses crimes e procurar
desmantelar a máquina de guerra desses criminosos.
Apoio popular mínimo à guerra nos EUA
Comparada com as últimas seis longas guerras de
agressão dos EUA – Coreia, Vietname, Iraque (1991), Jugoslávia, Afeganistão e
Iraque (2003) – esta potencial “guerra sem fim” contra o Irão é a que enfrenta
maior oposição interna. A guerra contra o Irão começou com bombas e foguetes
americanos que mataram mais de 150 estudantes na cidade de Minab, e com o
assassinato, por Israel, do líder político e religioso supremo do Irão, o
aiatolá Ali Hosseini Khamenei, em 28 de fevereiro.
Antes de desencadear a conflagração, o regime
MAGA não fez nenhum esforço para obter apoio para a agressão, nem entre o povo,
nem no Congresso, nem buscando aliados internacionais além dos criminosos
genocidas que administram o estado colonialista israelita. O regime contava com
as grandes mentiras de décadas que demonizavam o Irão.
Desde o massacre inicial em Minab, que lembra o
incêndio da aldeia de My Lai no Vietname em 1968, cada bajulador do governo
MAGA e o impopular presidente dos EUA têm dado explicações contraditórias sobre
como a guerra começou, quanto tempo durará, se haverá envio de tropas
terrestres e qual o objectivo. As suas mentiras contraditórias só fizeram
diminuir a sua credibilidade.
Mesmo antes de serem relatadas extensas baixas
entre as tropas usamericanas, mesmo antes de o custo militar diário de mil
milhões de dólares desta “guerra de opção” EUA-Israel se tornar evidente (csis.org), mesmo antes de a guerra
desencadear um desastre económico mundial, a maioria da população dos EUA
opõe-se à “guerra sem fim” que o governo desencadeou.
Uma população que rejeita a guerra pode ser
mobilizada para lutar contra ela, assim como o povo de Minneapolis rejeitou os
maus-tratos brutais e os assassinatos de migrantes, e os aliados dos migrantes
rejeitaram a presença dos agentes do ICE.
Se os civis se opõem à guerra, isso significa
que as tropas podem recusar-se a obedecer a ordens ilegais. Reservistas e
soldados no activo são trabalhadores fardados. Eles reflectem as atitudes dos
seus pares civis – mas com as vidas e integridade física em risco.
Os soldados dos EUA oporão resistência à
guerra?
Durante a invasão usamericana do Vietname,
a resistência das tropas em travar combate contribuiu para a decisão de 1969 de
retirar gradualmente o contingente usamericano do Vietname e de passar a
depender de bombardeamentos. Também levou ao fim do recrutamento militar
obrigatório no início de 1973 e à decisão do Pentágono de criar, nas décadas
seguintes, um exército altamente tecnológico e sem recrutamento obrigatório.
Mesmo dentro dos militares não recrutados
[voluntários], alguns recusaram-se a lutar no Iraque e no Afeganistão, embora
em menor número do que no período do Vietname. Após muitos custos, mortes e
destruição, as tropas usamericanas foram forçadas a retirar-se das “guerras
intermináveis”.
Um livro de 2017 sobre a resistência dos
soldados (Turn the Guns Around: Mutinies, Soldier Revolts and Revolutions [Virando as Armas: Motins, Revoltas de Soldados e Revoluções) discute como os EUA não conseguem mobilizar um
exército de terra grande o suficiente para conquistar o Sul Global sem gerar
oposição interna e resistência entre as tropas. O livro dá exemplos de guerras
de agressão dos EUA que podem levar à rebelião dos soldados: uma que os EUA
iniciem contra “a Rússia, a China ou mesmo o Irã ou a [República Popular
Democrática da Coreia]”, ou se “o presidente ordenar que as tropas federais
reprimam greves de trabalhadores ou rebeliões em comunidades de minorias
étnicas dentro dos EUA”.
E esse é exactamente o cenário actual, de
Teerão a Minneapolis.
Se o regime MAGA ordenar a entrada de tropas
terrestres usamericanas no Irão, não há dúvidas de que os 93 milhões de
iranianos defenderão a sua civilização de 5.000 anos, uma resistência histórica
que os governantes dos EUA subestimam. Na intervenção militar em cidades
usamericanas, os cidadãos de Los Angeles, Chicago, Minneapolis e outras
cidades mostraram como a solidariedade da classe trabalhadora pode surpreender
os senhores da guerra de Washington.
É difícil imaginar a fúria popular caso o
regime MAGA tentasse reinstaurar o serviço militar obrigatório, o odiado
recrutamento. Jovens na Alemanha estão actualmente a protestar contra planos
semelhantes do imperialismo alemão.
Greve escolar na Alemanha contra o serviço
militar obrigatório, 5 de março de 2026. “A juventude reage” e “Os ricos querem
a guerra, a juventude quer um futuro” em cartazes feitos à mão.
Já existem indícios de que o Pentágono registrou baixas muito além dos sete soldados usamericanos oficialmente reconhecidos como mortos em combate. O facto de o principal hospital militar dos EUA em Landstuhl, na Alemanha, já ter cancelado os serviços de assistência ao parto (Military Times, 5 de março) demonstra que o Pentágono prevê um número muito maior de baixas usamericanas.
Organizações
de veteranos pacifistas, como a Veteranos pela Paz e outras, entraram em contacto
com militares no activo, oferecendo apoio a objectores de consciência. Um líder
do Centro sobre Consciência e Guerra afirmou que os seus telefones não param de
tocar desde o início da guerra EUA-Israel contra o Irão.
Um anúncio
feito há alguns meses por seis congressistas democratas, afirmando que as
tropas têm o dever de desobedecer a ordens ilegais, já se espalhou entre os
soldados. Quaisquer que sejam os motivos desses representantes eleitos, todos
veteranos das forças armadas ou da CIA, ninguém pode reverter essa situação.
Os
belicistas do MAGA podem descobrir que a sua agressão contra o Irão apenas
acelerou o declínio do imperialismo usamericano.
14/03/2026
Attaque contre l’Iran : dissensions dans l’armée US. Et maintenant ?
John Catalinotto, workers world,
13/3/2026
Traduit
par Tlaxcala
La
bataille qui a commencé le 28 février avec l’attaque non provoquée de la
machine de mort usraélienne contre l’Iran s’est étendue, au cours de ses 11
premiers jours, à une conflagration régionale et se dirige à une vitesse
indéterminée vers une guerre mondiale.
Les
anciens combattants pour la paix (Veterans For Peace) proposent leur aide aux
militaires dissidents
Aux USA,
les militants anti-guerre et anti-impérialistes – dans le ventre du monstre –
ont le devoir spécial de faire tout ce qu’ils peuvent pour arrêter cette
guerre. Et il y a un domaine où ils sont les mieux placés pour agir : tendre la
main aux membres de l’armée usaméricaine.
La
première chose à clarifier en planifiant cette lutte est que la classe
dirigeante hyper-riche des USA et les régimes réactionnaires racistes qui
dirigent les États oppresseurs usaméricain et israélien sont les criminels
responsables des horribles conséquences de la guerre. Le mouvement anti-guerre
doit exposer ces crimes et viser à perturber la machine de guerre des
criminels.
Soutien
populaire minimal pour la guerre aux USA
Comparée
aux six dernières longues guerres agressives usaméricaines (Corée, Vietnam,
Irak 1991, Yougoslavie, Afghanistan et Irak 2003), cette potentielle « guerre
sans fin » contre l’Iran rencontre le plus d’opposition dans le pays. La guerre
contre l’Iran a débuté avec des bombes et roquettes usaméricaines tuant plus de
150 écolières dans la ville de Minab et l’assassinat par Israël du guide
suprême politique et religieux de l’Iran, l’ayatollah Ali Hosseini Khamenei, le
28 février.
Avant
de déchaîner la conflagration, le régime MAGA n’a fait aucun effort pour
obtenir un soutien à l’agression, ni auprès du peuple, ni du Congrès, ni en
ajoutant des alliés internationaux au-delà des criminels génocidaires dirigeant
l’État colonial israélien. Le régime comptait sur les gros mensonges qui
diabolisent l’Iran depuis des décennies.
Depuis
le massacre initial de Minab, rappelant l’incendie du village de My Lai au
Vietnam en 1968, chaque lèche-botte du cabinet MAGA et le président usaméricain
impopulaire ont donné des explications contradictoires sur la façon dont la
guerre a commencé, combien de temps elle durerait, s’ils déploieraient des
troupes au sol et quel était son but. Leurs mensonges contradictoires n’ont
fait que diminuer leur crédibilité.
Même
avant que des pertes massives parmi les troupes usaméricaines ne soient
signalées, même avant que le coût militaire quotidien d’un milliard de dollars
de la « guerre choisie » usraélienne ne se fasse sentir (csis.org),
même avant que la guerre ne déclenche une catastrophe économique mondiale, une
majorité de la population usaméricaine s’oppose à la « guerre sans fin »
déclenchée par l’administration.
Une
population qui rejette la guerre peut être mobilisée pour lutter contre elle,
tout comme le peuple de Minneapolis a rejeté le traitement brutal et les
meurtres de migrants et les alliés des migrants ont rejeté la présence des
brutes de l’ICE.
Si
les civils s’opposent à la guerre, cela signifie que les troupes pourraient
refuser d’obéir aux ordres illégaux. Les troupes de réserve et les soldats du
rang en service actif sont des travailleurs en uniforme. Ils refléteront les
attitudes de leurs pairs civils – mais avec leur vie et leur intégrité physique
en jeu.
Les
soldats usaméricains résisteront-ils à la guerre ?
Pendant
l’invasion usaméricaine du Vietnam, la résistance des soldats à la guerre a
contribué à la décision de 1969 de retirer progressivement les troupes usaméricaines
du Vietnam et de compter sur les bombardements. Cela a également conduit à la
fin de la conscription militaire au début de 1973 et à la décision du Pentagone
de créer au cours des décennies suivantes une armée high-tech sans appelés.
Grève
scolaire en Allemagne contre la conscription, 5 mars 2026. « La jeunesse
riposte » et « Les riches veulent la guerre, la jeunesse veut un avenir » sur
des pancartes artisanales.
Même
au sein de l’armée de métier, certains soldats ont refusé de se battre en Irak
et en Afghanistan, bien qu’en moins grand nombre que pendant la période du
Vietnam. Après beaucoup de coûts, de tueries et de destructions, les troupes
américaines ont été forcées de battre en retraite des « guerres sans fin ». (Guerre sans victoire)
Un
livre de 2017 sur la résistance des soldats discute de la façon dont les USA ne
peuvent pas déployer une armée de terre assez grande pour conquérir le Sud
global sans susciter l’opposition dans le pays et la résistance parmi les
troupes. Il donne des exemples de guerres d’agression usaméricaines qui
pourraient mener à une rébellion de soldats : une que les USA déclencheraient contre
« la Russie, la Chine, ou même l’Iran ou la [République populaire démocratique
de Corée] », ou si « le président ordonne aux troupes fédérales de briser les
grèves ouvrières ou de réprimer les rébellions dans les communautés de couleur
à l’intérieur des USA ». (Turn the Guns Around: Mutinies, Soldier
Revolts and Revolutions [Crosses en l’air : mutineries, révoltes de
soldats et révolutions], dernier chapitre.)
Et c’est
exactement le scénario d’aujourd’hui, de Téhéran à Minneapolis.
Si le
régime MAGA ordonne à des troupes terrestres usaméricaines d’entrer en Iran, il
y a peu de doute que les 93 millions d’Iraniens défendront leur civilisation de
5000 ans, une résistance historique que les dirigeants usaméricains
sous-estiment. Concernant l’intervention militaire dans les villes usaméricaines,
les habitants de Los Angeles, Chicago, Minneapolis et d’autres villes ont
montré comment la solidarité de la classe ouvrière peut surprendre les chefs de
guerre de Washington.
On
peut difficilement imaginer la fureur populaire si le régime MAGA tentait de
rétablir la conscription, le service militaire obligatoire tant haï. Les jeunes
en Allemagne protestent actuellement contre des plans similaires de l’impérialisme
allemand.
Il
est déjà évident que le Pentagone a enregistré des pertes bien au-delà des sept
soldats officiellement reconnus morts au combat. Le fait que le principal
hôpital militaire américain à Landstuhl, en Allemagne, ait déjà annulé les
soins de maternité (Military Times, 5 mars) montre que
le Pentagone anticipe des pertes usaméricaines beaucoup plus lourdes.
Des
organisations d’anciens combattants anti-guerre, comme Veterans For Peace et d’autres,
ont tendu la main aux soldats en service actif pour offrir leur soutien aux
objecteurs de conscience. Un responsable du Center on Conscience and War a
déclaré que leurs téléphones n’arrêtent pas de sonner depuis le début de la
guerre usraélienne contre l’Iran.
Une
annonce faite il y a quelques mois par six démocrates du Congrès selon laquelle
les troupes ont le devoir de désobéir aux ordres illégaux s’est déjà répandue
dans les rangs des soldats. Quels que soient les motifs de ces représentants
élus, qui sont tous des vétérans de l’armée ou de la CIA, personne ne peut
remettre ce génie dans la bouteille.
Les
va-t-en-guerre du MAGA pourraient découvrir que leur agression contre l’Iran n’a
fait qu’accélérer le déclin de l’impérialisme usaméricain.
Ataque a Irán provoca disenso en las Fuerzas Armadas de USA – ¿qué sigue?
Traducido por Tlaxcala
La batalla que comenzó el 28 de febrero con el ataque
no provocado de la máquina de muerte usraeliana contra Irán se ha expandido en
sus primeros 11 días a una conflagración regional y se dirige a una velocidad
indeterminada hacia una guerra mundial.
Veteranos por la Paz (Veterans
For Peace) ofrece asistencia a militares disidentes
Los activistas contra la guerra y antiimperialistas en
USA – en las entrañas del monstruo – tienen el deber especial de hacer todo lo
posible para detener esta guerra. Y hay un área en la que están en la mejor
posición para actuar, que es llegar a los miembros de las fuerzas armadas usamericanas.
Lo primero que hay que dejar claro al planificar esta
lucha es que la clase dirigente superrica de USA y los regímenes reaccionarios
racistas que gobiernan los estados opresores de USA e Israel son los criminales
responsables de las horribles consecuencias de la guerra. El movimiento contra
la guerra debe exponer estos crímenes y apuntar a perturbar la maquinaria
bélica de los criminales.
Apoyo popular mínimo a la guerra en USA
En comparación con las últimas seis largas guerras
agresivas usamericanas (Corea, Vietnam, Irak 1991, Yugoslavia, Afganistán e
Irak 2003), esta potencial “guerra eterna” contra Irán tiene la mayor oposición
en casa. La guerra contra Irán comenzó con bombas y cohetes yanquis que mataron
a más de 150 escolares en la ciudad de Minab e Israel asesinando al líder
supremo político y religioso de Irán, el ayatolá Ali Hosseini Jameneí, el 28 de
febrero.
Antes de desatar la conflagración, el régimen MAGA no
hizo ningún esfuerzo por ganar apoyo para la agresión, ni entre el pueblo, ni
en el Congreso, ni añadiendo aliados internacionales más allá de los criminales
genocidas que dirigen el estado colonial israelí. El régimen contaba con las
Grandes Mentiras de décadas que demonizan a Irán.
Desde la masacre inicial en Minab, que recuerda a la
quema de la aldea de My Lai en Vietnam en 1968, cada lamebotas del gabinete
MAGA y el impopular presidente yanqui han dado explicaciones contradictorias
sobre cómo comenzó la guerra, cuánto duraría, si desplegarían tropas terrestres
y cuál era su objetivo. Sus mentiras contradictorias solo han disminuido su
credibilidad.
Incluso antes de que se hayan reportado bajas extensas
entre las tropas usamericanas, incluso antes de que el costo militar diario de
mil millones de dólares de la “guerra elegida” entre USA e Israel se haga
sentir (csis.org), incluso antes de que la guerra provoque un desastre económico
mundial, la mayoría de la población de USA se opone a la “guerra eterna” que
desató la administración.
Una población que rechaza la guerra puede ser
movilizada para luchar contra ella, tal como el pueblo de Minneapolis rechazó
el maltrato brutal y los asesinatos de migrantes y los aliados de los migrantes
rechazaron la presencia de los matones del ICE.
Si los civiles se oponen a la guerra, significa que
las tropas pueden negarse a obedecer órdenes ilegales. Las tropas de reserva y
las tropas regulares en servicio activo son trabajadores uniformados.
Reflejarán las actitudes de sus pares civiles, pero con sus vidas y integridad
física en juego.
¿Resistirán los soldados usamericanos a la guerra?
Durante la invasión usamericana de Vietnam, la
resistencia de los soldados a hacer la guerra contribuyó a la decisión de 1969
de retirar lentamente las tropas de Vietnam y confiar en los bombardeos.
También llevó a poner fin al reclutamiento militar a principios de 1973 y a la
decisión del Pentágono de crear durante las siguientes décadas un ejército de
alta tecnología sin conscriptos.
Huelga escolar en Alemania
contra el reclutamiento, 5 de marzo de 2026. “Los jóvenes contraatacan” y “Los
ricos quieren guerra, los jóvenes quieren un futuro” en carteles hechos a mano.
Incluso dentro del ejército sin conscriptos, algunos soldados
se negaron a combatir en Irak y Afganistán, aunque menos que en el período de
Vietnam. Después de mucho costo, muerte y destrucción, las tropas se vieron
obligadas a retirarse de las “guerras eternas”. (Guerra
sin victoria)
Un libro de 2017 sobre la resistencia de los soldados
discute cómo USA no puede desplegar un ejército terrestre lo suficientemente
grande como para conquistar el Sur Global sin generar oposición en casa y
resistencia entre las tropas. Da ejemplos de guerras de agresión usaméricanas
que podrían llevar a una rebelión de soldados: una que EE. UU. comenzaría contra
"Rusia, China, o incluso Irán o la [República Popular Democrática de
Corea]”, o si "el presidente ordena a las tropas federales romper huelgas
de trabajadores o reprimir rebeliones en comunidades de color dentro de USA”. (“Turn
the Guns Around: Mutinies, Soldier Revolts and Revolutions” [Den la vuelta a las armas: Motines, revueltas de soldados y
revoluciones], último
capítulo.)
Y ese es exactamente el escenario de hoy, desde
Teherán hasta Minneapolis.
Si el régimen MAGA ordena la entrada de tropas
terrestres usamericanas en Irán, hay pocas dudas de que los 93 millones de
iraníes defenderán su civilización de 5000 años, una resistencia histórica que
los gobernantes yanquis subestiman. Con respecto a la intervención militar en
ciudades de USA, los habitantes de Los Ángeles, Chicago, Minneapolis y otras
ciudades mostraron cómo la solidaridad de la clase trabajadora puede sorprender
a los señores de la guerra de Washington.
Uno difícilmente puede imaginar la furia popular si el
régimen MAGA intentara restablecer el reclutamiento obligatorio, el odiado
servicio militar. Los jóvenes en Alemania están protestando actualmente contra
los planes similares del imperialismo alemán.
Ya hay evidencia de que el Pentágono ha registrado
bajas mucho más allá de los siete soldados admitidos oficialmente como muertos
en combate. El hecho de que el principal hospital militar usamericano en
Landstuhl, Alemania, ya haya cancelado la atención médica de partos (Military Times, 5 de
marzo) muestra que el Pentágono anticipa bajas usamericanas mucho más graves.
Organizaciones de veteranos contra la guerra, como Veterans For Peace y otras, han contactado a tropas en servicio activo
ofreciendo apoyo para objetores de conciencia. Un líder del Center on
Conscience and War dijo que sus teléfonos no han parado de sonar desde que
comenzó la guerra usraeliana contra Irán.
Un anuncio de hace unos meses por parte de seis
demócratas del Congreso de que las tropas tienen el deber de desobedecer
órdenes ilegales ya se ha extendido en las filas de los soldados. Cualesquiera
que sean los motivos de estos representantes electos, todos veteranos de las
fuerzas armadas o la CIA, nadie puede volver a meter ese genio en la botella.
Los belicistas del MAGA pueden descubrir que su
agresión contra Irán solo ha acelerado el declive del imperialismo yanqui.
Angriff auf Iran löst Dissidenz in den US-Streitkräften aus – was nun?
John Catalinotto, workers world, 13.3.2026
Übersetzt von Tlaxcala
Die Schlacht, die am 28. Februar mit dem unprovozierten
Angriff der usraelischen Todesmaschine auf den Iran begann, hat sich in den
ersten 11 Tagen zu einem regionalen Flächenbrand ausgeweitet und bewegt sich
mit unbestimmter Geschwindigkeit auf einen Weltkrieg zu.
Veterans For Peace bietet GI-Dissidenten Unterstützung an
Antikriegs- und antiimperialistische Aktivisten in den USA
– in den Eingeweiden des Monsters – haben die besondere Pflicht, alles in ihrer
Macht Stehende zu tun, um diesen Krieg zu stoppen. Und es gibt einen Bereich,
in dem sie am besten positioniert sind, um zu handeln: die Kontaktaufnahme mit
Angehörigen des US-Militärs.
Das erste, was bei der Planung dieses Kampfes
klargestellt werden muss, ist, dass die superreiche herrschende Klasse in den USA
und die rassistischen reaktionären Regime, die die unterdrückerischen Staaten
USA und Israel führen, die Kriminellen sind, die für die schrecklichen Folgen
des Krieges verantwortlich sind. Die Antikriegsbewegung muss diese Verbrechen
aufdecken und darauf abzielen, die Kriegsmaschinerie der Kriminellen zu stören.
Minimale öffentliche Unterstützung für den Krieg in den
USA
Im Vergleich zu den letzten sechs langen
US-Aggressionskriegen (Korea, Vietnam, Irak 1991, Jugoslawien, Afghanistan und
Irak 2003) stößt dieser potenzielle „Krieg auf Dauer“ gegen den Iran auf den
größten Widerstand im Inland. Der Krieg gegen den Iran begann mit US-Bomben und
-Raketen, die über 150 Schulmädchen in der Stadt Minab töteten, und mit der
Ermordung des obersten politischen und religiösen Führers Irans, Ayatollah Ali
Hosseini Khamenei, durch Israel am 28. Februar.
Bevor es den Flächenbrand entfesselte, unternahm das
MAGA-Regime keinerlei Anstrengungen, um Unterstützung für die Aggression zu
gewinnen, weder beim Volk noch im Kongress, noch durch die Hinzufügung
internationaler Verbündeter über die völkermordenden Kriminellen hinaus, die
den israelischen Siedlerstaat regieren. Das Regime zählte auf die
jahrzehntelangen großen Lügen, die den Iran dämonisieren.
Seit dem einleitenden Massaker in Minab, das an die
Verbrennung des Dorfes My Lai in Vietnam im Jahr 1968 erinnert, haben jeder
MAGA-Kabinettskriecher und der unbeliebte US-Präsident widersprüchliche
Erklärungen darüber abgegeben, wie der Krieg begann, wie lange er dauern würde,
ob sie Bodentruppen einsetzen würden und was sein Ziel sei. Ihre
widersprüchlichen Lügen haben nur ihre Glaubwürdigkeit gemindert.
Noch bevor umfangreiche Verluste unter US-Truppen
gemeldet wurden, noch bevor die täglichen Militärkosten von einer Milliarde
Dollar für den „gewählten Krieg“ der USA und Israels ins Gewicht fallen (csis.org), noch bevor der Krieg eine weltweite Wirtschaftskatastrophe auslöst,
lehnt eine Mehrheit der US-Bevölkerung den „Krieg auf Dauer“ ab, den die
Regierung entfesselt hat.
Eine Bevölkerung, die den Krieg ablehnt, kann mobilisiert
werden, um dagegen zu kämpfen, so wie die Menschen in Minneapolis die brutale
Misshandlung und Morde an Migranten ablehnten und die Verbündeten der Migranten
die Anwesenheit von ICE-Schlägern ablehnten.
Wenn Zivilisten den Krieg ablehnen, bedeutet das, dass
Truppen sich weigern könnten, illegalen Befehlen zu gehorchen.
Reservistentruppen und Mannschaftsdienstgrade im aktiven Dienst sind Arbeiter
in Uniform. Sie werden die Einstellungen ihrer zivilen Altersgenossen
widerspiegeln – aber mit ihrem Leben und ihrer körperlichen Unversehrtheit auf
dem Spiel.
Werden US-Truppen dem Krieg widerstehen?
Während der US-Invasion in Vietnam trug der Widerstand
der US-Truppen gegen die Kriegsführung zur Entscheidung von 1969 bei,
US-Truppen langsam aus Vietnam abzuziehen und sich auf Bombardierungen zu
verlassen. Er führte auch zur Beendigung der Wehrpflicht Anfang 1973 und zur
Entscheidung des Pentagons, in den folgenden Jahrzehnten ein hochtechnisiertes
Militär ohne Wehrpflichtige aufzubauen.
Schulstreik in Deutschland gegen die Wehrpflicht, 5. März
2026
Selbst innerhalb des Militärs ohne Wehrpflichtige
weigerten sich einige US-Soldaten, im Irak und in Afghanistan zu kämpfen, wenn
auch weniger als in der Vietnam-Zeit. Nach viel Kosten, Tötung und Zerstörung
wurden US-Truppen gezwungen, sich aus den „Kriegen auf Dauer“ zurückzuziehen. (Krieg ohne
Sieg)
Ein Buch von 2017 über den Widerstand von Soldaten
diskutiert, wie die USA kein großes Bodenheer aufstellen können, um den
Globalen Süden zu erobern, ohne Opposition im Inland und Widerstand unter den
Truppen zu erzeugen. Es gibt Beispiele für US-Angriffskriege, die zu einer
Soldatenrebellion führen könnten: einen, den die USA gegen „Russland, China
oder sogar dem Iran oder der [Demokratischen Volksrepublik Korea]“ beginnen
würden, oder wenn „der Präsident Bundestruppen anordnet, Arbeiterstreiks zu
brechen oder Rebellionen in farbigen Gemeinschaften in den USA zu unterdrücken“.
(„Turn the Guns
Around: Mutinies, Soldier Revolts and Revolutions“ [Dreht die Waffen um: Meutereien, Soldatenrevolten und Revolutionen], letztes Kapitel.)
Und genau das ist das heutige Szenario, von Teheran bis
Minneapolis.
Wenn das MAGA-Regime US-Bodentruppen in den Iran
befiehlt, besteht kaum ein Zweifel daran, dass die 93 Millionen Iraner ihre
5000 Jahre alte Zivilisation verteidigen werden, ein historischer Widerstand,
den die US-Herrscher unterschätzen. Was militärische Interventionen in
US-Städten betrifft, so haben die Menschen in Los Angeles, Chicago, Minneapolis
und anderen Städten gezeigt, wie Solidarität der Arbeiterklasse die
Kriegsherren in Washington überraschen kann.
Man kann sich die Volkswut kaum vorstellen, sollte das
MAGA-Regime versuchen, die Wehrpflicht, den verhassten Militärdienst, wieder
einzuführen. Jugendliche in Deutschland protestieren derzeit gegen ähnliche
Pläne des deutschen Imperialismus. (Siehe Deutsche Jugend
protestiert)
Es gibt bereits Hinweise darauf, dass das Pentagon
Verluste weit über die sieben offiziell als im Kampf gefallen gemeldeten
US-Soldaten hinaus verzeichnet hat. Die Tatsache, dass das wichtigste
US-Militärkrankenhaus in Landstuhl, Deutschland, bereits die Geburtshilfe und
Entbindungsversorgung eingestellt hat (Military Times, 5. März), zeigt,
dass das Pentagon mit viel schwereren US-Verlusten rechnet.
Antikriegs-Veteranenorganisationen wie Veterans For Peace und andere haben sich an Soldaten im aktiven Dienst gewandt und
Unterstützung für Kriegsdienstverweigerer angeboten. Ein Leiter des Center on
Conscience and War sagte, ihre Telefone stünden seit Beginn des usarelischen
Krieges gegen den Iran nicht mehr still.
Eine Ankündigung von sechs demokratischen
Kongressabgeordneten vor einigen Monaten, dass Truppen die Pflicht haben,
illegalen Befehlen nicht zu gehorchen, hat sich bereits in den Reihen der
Soldaten verbreitet. Was auch immer die Beweggründe dieser gewählten Vertreter
sein mögen, die alle Veteranen des Militärs oder der CIA sind, niemand kann
diesen Geist wieder in die Flasche zurückstecken.
Die MAGA-Kriegstreiber könnten feststellen, dass ihre
Aggression gegen den Iran nur den Niedergang des US-Imperialismus beschleunigt
hat.
L’attacco all’Iran scatena dissenso nelle forze armate usamericane – e ora?
John Catalinotto, workers world, 13/3/2026
Tradotto da Tlaxcala
La battaglia iniziata il 28 febbraio con l’assalto
non provocato della macchina di morte usraeliana all’Iran si è estesa, nei
suoi primi 11 giorni, a una conflagrazione regionale e si sta muovendo a
velocità indeterminata verso una guerra mondiale.
Negli USA, gli attivisti antiguerra e antiimperialisti –
nelle viscere del mostro – hanno il dovere speciale di fare tutto il possibile
per fermare questa guerra. E c’è un’area in cui sono nella posizione migliore
per agire: contattare i membri delle forze armate.
La prima cosa da chiarire nella pianificazione di questa
lotta è che la classe dirigente super-ricca degli USA e i regimi razzisti e
reazionari che governano gli stati oppressori usamericano e israeliano sono i
criminali responsabili delle orribili conseguenze della guerra. Il movimento
antiguerra deve denunciare questi crimini e mirare a perturbare la macchina
bellica dei criminali.
Sostegno popolare minimo alla guerra negli USA
Rispetto alle ultime sei lunghe guerre aggressive usamericane
(Corea, Vietnam, Iraq 1991, Jugoslavia, Afghanistan e Iraq 2003), questa
potenziale “guerra eterna” contro l’Iran incontra la maggiore opposizione in
patria. La guerra contro l’Iran è iniziata con bombe e razzi usamericani che
hanno ucciso oltre 150 scolare nella città di Minab e con l’assassinio da parte
di Israele della guida suprema politica e religiosa dell’Iran, l’ayatollah Ali
Hosseini Khamenei, il 28 febbraio.
Prima di scatenare la conflagrazione, il regime MAGA non
ha fatto alcuno sforzo per ottenere sostegno all’aggressione, né tra il popolo,
né al Congresso, né aggiungendo alleati internazionali oltre ai criminali
genocidi che guidano lo stato coloniale israeliano. Il regime contava sulle
grandi bugie che da decenni demonizzano l’Iran.
Dall’iniziale massacro di Minab, che ricorda l’incendio
del villaggio di My Lai in Vietnam nel 1968, ogni leccapiedi del gabinetto MAGA
e l’impopolare presidente usamericano hanno fornito spiegazioni contraddittorie
su come sia iniziata la guerra, quanto sarebbe durata, se avrebbero dispiegato
truppe di terra e quale fosse il suo obiettivo. Le loro bugie contraddittorie
hanno solo diminuito la loro credibilità.
Anche prima che vengano segnalate estese perdite tra le
truppe USA, anche prima che il costo militare giornaliero di 1 miliardo di
dollari della “guerra scelta” usraeliana si faccia sentire (csis.org), anche prima che la guerra inneschi una catastrofe economica mondiale, la
maggioranza della popolazione usamericana si oppone alla “guerra eterna”
scatenata dall’amministrazione.
Una popolazione che rifiuta la guerra può essere
mobilitata per combatterla, proprio come il popolo di Minneapolis ha rifiutato
il maltrattamento brutale e gli omicidi di migranti e gli alleati dei migranti
hanno rifiutato la presenza dei teppisti dell’ICE.
Se i civili si oppongono alla guerra, significa che le
truppe potrebbero rifiutarsi di obbedire a ordini illegali. Le truppe di
riserva e le truppe in servizio attivo sono lavoratori in uniforme.
Rifletteranno gli atteggiamenti dei loro coetanei civili – ma con la loro vita
e integrità fisica in gioco.
I soldati usamericani resisteranno alla guerra?
Durante l’invasione usamericana del Vietnam, la
resistenza dei soldati alla guerra contribuì alla decisione del 1969 di
ritirare lentamente le truppe USA dal Vietnam e fare affidamento sui
bombardamenti. Portò anche alla fine della coscrizione militare all’inizio del
1973 e alla decisione del Pentagono di creare nei decenni successivi un
esercito high-tech senza coscritti.
Anche all’interno dell’esercito senza coscritti, alcuni
soldati si rifiutarono di combattere in Iraq e Afghanistan, sebbene meno che
nel periodo del Vietnam. Dopo molti costi, uccisioni e distruzione, le truppe USA
furono costrette a ritirarsi dalle “guerre eterne”. (Guerra senza
vittoria)
Un libro del 2017 sulla resistenza dei soldati discute
come gli USA non possano schierare un esercito di terra abbastanza grande per
conquistare il Sud del mondo senza generare opposizione in patria e resistenza
tra le truppe. Fornisce esempi di guerre d’aggressione usamericane che
potrebbero portare a una ribellione dei soldati: una che gli USA inizierebbero
contrro “Russia, Cina, o anche Iran o la [Repubblica Popolare Democratica di
Corea]”, o se “il presidente ordina alle truppe federali di spezzare gli
scioperi dei lavoratori o reprimere le ribellioni nelle comunità di colore all’interno
degli USA”. (“Turn the Guns
Around: Mutinies, Soldier Revolts and Revolutions” [Girate le armi:
Ammutinamenti, rivolte di soldati e rivoluzioni], ultimo capitolo.)
E questo è esattamente lo scenario odierno, da Teheran a
Minneapolis.
Se il regime MAGA ordinasse a truppe di terra usamericane di entrare in Iran, c’è poco dubbio che i 93 milioni di iraniani difenderanno la loro civiltà di 5000 anni, una resistenza storica che i governanti usamericani sottovalutano. Per quanto riguarda l’intervento militare nelle città usamericane, gli abitanti di Los Angeles, Chicago, Minneapolis e altre città hanno mostrato come la solidarietà di classe operaia possa sorprendere i signori della guerra di Washington.
Difficilmente si può immaginare la furia popolare se il regime MAGA tentasse di reintrodurre la coscrizione obbligatoria, l’odiata leva. I giovani in Germania stanno attualmente protestando contro i piani simili dell’imperialismo tedesco.
Ci sono già prove che il Pentagono abbia registrato
perdite ben oltre i sette soldati ufficialmente riconosciuti morti in
combattimento. Il fatto che il principale ospedale militare usamericano a
Landstuhl, in Germania, abbia già cancellato l’assistenza sanitaria per il
parto (Military Times, 5 marzo) mostra che
il Pentagono prevede perdite molto più pesanti.
Organizzazioni di veterani antiguerra, come Veterans For Peace e altre, hanno contattato i soldati in servizio attivo offrendo supporto
per gli obiettori di coscienza. Un leader del Center on Conscience and War ha
dichiarato che i loro telefoni squillano senza sosta dall’inizio della guerra usraeliana
contro l’Iran.
Un annuncio di qualche mese fa da parte di sei
democratici del Congresso secondo cui le truppe hanno il dovere di disobbedire
agli ordini illegali si è già diffuso tra i ranghi dei soldati. Qualunque sia
la motivazione di questi rappresentanti eletti, tutti veterani dell’esercito o
della CIA, nessuno può rimettere quel genio nella bottiglia.
I guerrafondai del MAGA potrebbero scoprire che la loro
aggressione contro l’Iran non ha fatto che accelerare il declino dell’imperialismo
USA.
08/11/2025
De quoi Mamdani est-il le nom ?
Pour commencer à répondre à cette question, nous avons choisi quatre articles donnant des éclairages complémentaires. Le premier exprime la réaction des militants communistes du Workers World Party, le Parti mondial des travailleurs, par la plume d’un des éditeurs de leur organe, Workers World/Mundo Obrero. Le second émane du fondateur de la cliodynamique, qui identifie la base sociale de Mamdani : les diplômés précaires (qui sont à la base de toutes les révoltes actuelles, du Maroc aux Philippines et du Pérou à Madagascar, du Népal au Paraguay). Le troisième fait un constat similaire, exhortant la droite perdante à se soucier plus de cette couche de la population qui aurait dû rester sa base « naturelle » si elle n’avait pas échoué dans son ascension sociale. Le quatrième enfin, explique la portée de la victoire de Zohran aux Italiens et Européens de gauche. Ce paquet-cadeau a été traduit et édité par Tlaxcala.
SOMMAIRE
John Catalinotto
Mamdani l’emporte : un pas vers la riposte
Peter
Turchin
La révolte du précariat diplômé
John
Carney
Les populistes de Park Slope selon Zohran
Max Mansoubi
La victoire de Zohran Mamdani : À bas les dynasties politiques
Mamdani
l’emporte : un pas vers la riposte
John Catalinotto, Workers World, 5/11/2025
Que
Zohran Kwame Mamdani ait remporté une élection à New York avec plus de 50 % des
voix constitue une gifle retentissante à la campagne vicieuse d’islamophobie,
de haine des migrants et de chasse aux « communistes » qui a infesté les
publicités anti-Mamdani, diffusées en boucle pendant la Série mondiale de
baseball. Que cette coterie de milliardaires, de sionistes et de magnats de
l’immobilier ait gaspillé 50 millions de dollars de leurs profits mal acquis
dans ces publicités rend la victoire d’autant plus réjouissante.
L’élection
municipale new-yorkaise était devenue un véritable référendum sur ces
questions.
Trump a
traité Mamdani de communiste, puis a soutenu Cuomo. Ce dernier a attaqué
Mamdani à propos du 11 septembre et diffusé des publicités antimusulmanes
générées par intelligence artificielle, trop abjectes pour être décrites.
Que les
électeurs new-yorkais aient opposé un doigt d’honneur aux attaques venimeuses
contre les musulmans et à l’anticommunisme virulent marque un pas en avant pour
la classe ouvrière.
Après la
victoire électorale, le New York Post a publié une caricature de Mamdani
brandissant un drapeau frappé de la faucille et du marteau et rebaptisant New
York « la Pomme rouge ».
Mamdani
n’est pas un communiste, ni ne se prétend révolutionnaire. Il se définit comme
socialiste démocratique, c’est-à-dire favorable à des réformes. Sa stratégie
générale consiste à pousser le Parti démocrate – un parti pro-impérialiste –
dans une direction plus progressiste afin de rallier davantage de travailleurs,
de pauvres et d’opprimés à une participation active.
La
campagne municipale de Mamdani a avancé quelques revendications limitées mais
séduisantes : des bus gratuits et rapides, des logements abordables, une garde
d’enfants universelle. Si restreintes que soient ces revendications, les
milliardaires de Wall Street et de l’immobilier qui possèdent New York les
considèrent comme une menace existentielle.
Mais ces
objectifs ne seront pas atteints par de simples manœuvres parlementaires ni par
les discours d’un individu, aussi éloquent ou charismatique soit-il. Il faut la
lutte. Et, qu’ils se disent réformistes ou révolutionnaires, nul ne peut
mesurer sa capacité à lutter avant que la lutte n’éclate.
Or, la
lutte de classes est possible, et cette victoire électorale peut créer une
dynamique qui la rend plus probable. Mamdani a déclaré que sa campagne avait
mobilisé 100 000 bénévoles actifs, pour la plupart des jeunes. Leur activité et
leur enthousiasme ont assuré sa victoire.
Dans son
discours de victoire, Mamdani a déclaré à propos des migrants :
« Alors
écoutez-moi bien, Président Trump : pour atteindre l’un d’entre nous, il vous
faudra passer par nous tous. »
Cette
phrase prépare le terrain pour une confrontation sérieuse. Il ne fait guère de
doute que Trump prévoit d’envoyer ses sbires de l’ICE (Immigration and Customs
Enforcement) traquer les migrants à New York, comme ils l’ont déjà fait à Los
Angeles, Washington D.C., Chicago et ailleurs. Un premier test pour la nouvelle
administration pourrait être la manière dont elle contribuera à mobiliser
contre les tentatives de Trump « d’atteindre l’un d’entre nous ».
La seule
façon de défendre les travailleurs migrants sera de maintenir mobilisés les
volontaires de la campagne électorale et d’en recruter d’autres pour rejoindre
la résistance contre les attaques de l’ICE, comme cela a déjà commencé à petite
échelle. Si cela est fait, ceux qui ont une vision plus révolutionnaire et
anti-impérialiste devraient rejoindre cette lutte de résistance et, dès que
l’occasion se présentera, démontrer comment une approche révolutionnaire peut
rendre la victoire possible.
Ce n’est
pas la déception ni la désillusion face au réformisme qui poussent les gens
vers la solution révolutionnaire nécessaire ; c’est lorsque les
révolutionnaires montrent comment on gagne.
La
révolte du précariat diplômé
Mamdani
remporte la mairie de New York
Peter
Turchin, Substack,
7/11/2025
Peter Turchin est né Piotr Valentinovitch Tourtchine à Obninsk en Russie en 1957. En 1977, son père, le physicien Valentin Tourtchine, pionnier de l’intelligence artificielle et dissident, quitte l’Union soviétique avec toute sa famille, destination New York. Après des études de biologie et de zoologie, il co-fonde la cliodynamique, la discipline scientifique à l'intersection de la macrosociologie historique, de la cliométrie et de la modélisation mathématique des processus sociaux. En 2010, il publie une recherche combinant 40 indicateurs sociaux prédisant des troubles sociaux mondiaux au cours des années 2020. Il y développe notamment le concept de surproduction d'élites. Son livre le plus récent est End Times (2023).
L’événement politique majeur de la semaine est la victoire de Zohran Mamdani à la mairie de New York. Un certain nombre de lecteurs de mon livre End Times [fr. Le chaos qui vient : élites, contre-élites, et la voie de la désintégration politique, Le Cherche-midi, 2024] ont fait remarquer que ce « moment Mamdani » illustre parfaitement le concept de « précariat diplômé » (credentialed precariat).
Origine
du concept
Voici le
passage que j’ai écrit à ce sujet dans le chapitre 4 d’End Times :
« Guy Standing, qui a introduit le terme “précariat” dans le débat public, considère les titulaires de diplômes comme l’une des fractions du précariat. Ce groupe est constitué de personnes qui font des études supérieures, persuadées — par leurs parents, leurs professeurs et les responsables politiques — qu’elles obtiendront ainsi une carrière. Elles découvrent vite qu’on leur a vendu un ticket de loterie : elles en sortent sans avenir et avec des dettes. Cette faction est dangereuse, mais d’une manière plus positive : elle ne soutient généralement pas les populistes, mais rejette aussi les anciens partis conservateurs ou sociaux-démocrates. Intuitivement, elle cherche une nouvelle politique du paradis, qu’elle ne trouve ni dans l’ancien spectre politique, ni dans des structures comme les syndicats. » (Meet the Precariat, the New Global Class Fuelling the Rise of Populism)
Et
j’ajoutais :
« L’histoire — et la base de données CrisisDB — nous enseigne que le précariat diplômé, ou dans le jargon de la cliodynamique, les aspirants élitaires frustrés, constitue la classe la plus dangereuse pour la stabilité des sociétés. »
Vers une
recomposition des partis américains
Mon
principal intérêt est de comprendre ce que cet événement révèle sur l’évolution
des partis politiques aux USA. Il y a dix ans, le paysage politique américain
était dominé par deux partis :
·
l’un représentant le 1 % (les détenteurs de
capital),
·
l’autre les 10 % (les détenteurs de
diplômes).
Les deux
servaient les intérêts de la classe dirigeante, tout en ignorant ceux des 90 %
restants. Je simplifie, bien sûr — pour une analyse plus nuancée, je renvoie à End
Times.
En 2016,
Donald Trump a canalisé le malaise populaire croissant pour amorcer la
transformation du Parti républicain en un parti populiste de droite — le
mouvement MAGA. Ce processus est encore loin d’être achevé.
Pendant
ce temps, les Démocrates avaient réussi à contenir les populistes de gauche au
sein de leur camp, par une combinaison de répression (Bernie Sanders) et de
cooptation (Alexandria Ocasio-Cortez, AOC). Résultat : en 2024, le Parti
démocrate était devenu le seul parti véritablement au service des élites
dirigeantes. Sa défaite catastrophique lors des élections de 2024 a provoqué
une révolution interne, heureusement presque sans effusion de sang — pour
l’instant. La cote de popularité du parti est tombée à un niveau historiquement
bas, les élites démocrates traditionnelles sont en déroute, et cette crise a
ouvert un espace pour la gauche populiste renaissante.
Le sens
de la victoire de Mamdani
La
victoire de Mamdani à New York pourrait annoncer que les populistes tentent
désormais de prendre le contrôle du Parti démocrate, comme le mouvement MAGA
l’a fait chez les républicains. Mais peut-être pas. Après tout, New York n’est
pas un district électoral typique des USA.
Quelles
forces ont permis à Mamdani de battre le candidat centriste Andrew Cuomo ? Je
m’appuie ici sur les sondages de sortie des urnes de CNN (élection de 2025),
basés sur 4 744 répondants.
Beaucoup
d’analystes ont souligné le soutien massif des jeunes électeurs : 78 % des
18-29 ans ont voté pour Mamdani, contre 18 % pour Cuomo — soit un écart de 60
points.
Mais les
dimensions les plus intéressantes, à mes yeux, sont le niveau d’éducation et le
revenu.
Le poids
des diplômes
Commençons
par les détenteurs de diplômes. C’est stupéfiant : 80 % des votants avaient au
moins suivi un enseignement supérieur partiel (“some college”). 31 %
avaient obtenu une licence (Bachelor’s), et 27 % un diplôme supérieur, ces deux
groupes donnant à Mamdani un avantage de 19 points (57 % contre 38 % pour
Cuomo).
Je dois
avouer qu’au départ, je n’y croyais pas. Une telle concentration d’électeurs
diplômés est incroyable. Mais selon une enquête du gouvernement new-yorkais de
2023, 43 % des New-Yorkais détenaient déjà un diplôme universitaire ou plus,
contre 33 % en 2010. Chez les adultes blancs de plus de 25 ans, les deux tiers
avaient terminé l’université. On peut vraiment parler de surproduction de
diplômés.
Revenus
et vote
Du côté
des revenus, la relation n’est pas linéaire. Les plus pauvres (moins de 30 000
$/an) et les plus riches (plus de 300 000 $/an) ont davantage voté pour Cuomo,
tandis que les classes intermédiaires ont préféré Mamdani.
Ainsi,
les 8 % les plus riches (revenus supérieurs à 300 000 $) ont soutenu Cuomo avec
un écart de 29 points. Mais ces électeurs étaient minoritaires : 77 % des
votants appartenaient à la catégorie intermédiaire.
Le plus
fort avantage pour Mamdani, soit 20 points, se trouvait dans la tranche des 50
000 à 99 000 $ — qui était aussi la plus nombreuse (27 % des votants). La
catégorie suivante, 100 000 à 199 000 $, était juste derrière, avec 18 points
d’avance pour Mamdani.
Il peut
sembler étrange d’appeler “précariat” des gens gagnant entre 50 000 et 100 000
dollars par an, mais il faut tenir compte du coût de la vie à New York. Le
loyer médian mensuel d’un appartement deux chambres y a augmenté de 15,8 % en
un an, atteignant 5 500 dollars [voir ci-dessous traduction Zohran’s Park
Slope Populists de John Carney]. Autrement dit, avec un revenu de
100 000 dollars, vous dépensez près des deux tiers pour vous loger. Et il faut
encore payer les impôts. Il ne reste pas grand-chose pour se nourrir, se
divertir ou partir en vacances.
Il serait
particulièrement intéressant de croiser les préférences électorales selon le
diplôme et le revenu, mais les données publiées ne permettent pas ce niveau de
détail.
Le
précariat diplômé comme moteur politique
Ces
chiffres soutiennent fortement l’idée que la victoire de Mamdani a été
principalement portée par la jeunesse diplômée du précariat : des jeunes
titulaires d’un diplôme universitaire ou plus, gagnant juste assez pour vivre
sur le fil du rasoir.
C’est exactement ce qu’ont souligné plusieurs articles
récents, dont Zohran Mamdani and the
Revenge of the Struggling Yuppie: When the city becomes a “luxury product,”
even the comfortable start to rebel. L’article de John Carney, cité
plus haut, est particulièrement éclairant. Je soupçonne d’ailleurs qu’il a lu End
Times, puisqu’il y est question d’appauvrissement, de diplômés surproduits
par notre système universitaire et, bien sûr, de précarité éduquée.
New York
est sans doute le plus grand foyer du précariat diplômé, mais ce n’est pas le
seul. On trouve une multitude d’aspirants élitaires surproduits dans d’autres
villes des côtes Est et Ouest.
Cela
signifie que les démocrates centristes sont désormais pris en étau entre deux
populismes :
·
celui de droite, issu du MAGA,
·
et celui de gauche, incarné par Mamdani et
ses électeurs.
On parle
beaucoup cette semaine d’une possible « vague bleue » qui permettrait aux
démocrates de reprendre la Chambre en 2026. Mais si cela arrive, les gagnants
ne seront plus les mêmes démocrates qu’avant — ils représenteront une nouvelle
génération.
Les
populistes de Park Slope selon Zohran
Les conservateurs ne devraient pas ignorer la souffrance économique de la classe professionnelle new-yorkaise en voie de déclassement
John Carney, Commonplace,
2/7/2025
John Carney se présente simplement ainsi : « Platon entre dans un fonds spéculatif ». Nous n’en savons pas plus sur lui, à part qu’il semble vivre du côté de Hollywood.
Comme
tout le monde le sait désormais, Zohran Mamdani, qui se décrit lui-même comme socialiste
démocrate, vient de remporter la nomination démocrate à la mairie de New
York. Plus de quatre cent mille électeurs — soit 43,51 % du corps électoral —
ont voté pour un homme qui promet des épiceries publiques, des bus gratuits, un
gel des loyers, une réduction du rôle de la police dans la lutte contre la
criminalité, une hausse des impôts pour les riches et une forte extension du
secteur public.
Ses
meilleurs scores proviennent des quartiers embourgeoisés ou en voie de
gentrification de Brooklyn — Park Slope, Bushwick, East Williamsburg — des
zones désormais plus connues pour leurs lattes au lait d’avoine que pour les
syndicats ouvriers. Cela a conduit beaucoup de conservateurs à se moquer de
l’idée que Mamdani incarne une révolte populaire. Loin d’être le porte-parole
des opprimés, disent-ils, il canaliserait simplement la rage ostentatoire des
privilégiés : surdiplômés, pas lavés, riches en théorie mais pauvres en
gratitude.
Il y a un
peu de vrai là-dedans. Mamdani est bel et bien un socialiste déclaré. Il veut
geler les loyers dans les appartements régulés, ouvrir des épiceries publiques
et remplacer les policiers par des travailleurs sociaux. Mais cette réaction
passe à côté de l’essentiel.
Les
partisans de Mamdani à Park Slope ou Bushwick ne sont pas, au sens strict, des
travailleurs. Mais ils ne sont pas vraiment des élites non plus. Ils
appartiennent à ce groupe devenu central dans la politique américaine : les
professionnels en voie de déclassement, ces diplômés surproduits du système
universitaire, élevés dans l’idée d’une stabilité de classe moyenne et
découvrant que le système ne leur offre guère plus que des loyers exorbitants
et l’épuisement. Leur colère est réelle. Et si la droite veut sérieusement
construire une coalition majoritaire autour du renouveau économique, elle
ferait mieux de comprendre cette colère plutôt que de la ridiculiser.
Ces
électeurs ne réclament pas le socialisme par esprit de rébellion. Ils
réagissent à un contrat brisé. On leur avait appris que l’éducation garantirait
une vie stable et pleine de sens. À la place, ils affrontent un marché du
travail qui traite les professions comme jetables, le logement comme un luxe et
les enfants comme un gouffre financier. Beaucoup ont des revenus confortables
selon les standards nationaux — 80 000, voire 120 000 dollars par an — mais à
New York, cela signifie encore colocation, dettes et absence totale de
perspective d’achat. Trop riches pour être pauvres, trop pauvres pour être
sereins.
J’ai vécu
à Park Slope de 2008 à 2020, la plupart du temps dans un appartement sans
ascenseur au quatrième étage, avec ma femme et nos deux filles. Nous avions
environ 111 m². Je connais le quartier et les gens que Mamdani représente. Ce
ne sont ni des révolutionnaires ni des socialistes convaincus. Il n’y a pas si
longtemps, leurs équivalents sociaux se seraient plutôt identifiés aux
républicains. Ce sont des parents, des locataires, des indépendants, des
enseignants, des travailleurs sociaux, des juristes juniors qui tentent de
survivre dans une ville où tout devient plus cher et rien ne paraît stable.
Les
quartiers où Mamdani a triomphé ne sont plus les bastions ouvriers du XXe
siècle. Ce sont des enclaves de précarité éduquée : non plus des districts
d’ouvriers syndiqués, mais des zones de dérive post-industrielle, peuplées de
chefs d’ONG, rédacteurs freelance, profs épuisés et ingénieurs en logiciel
vivant d’un salaire à l’autre malgré leurs revenus à six chiffres.
C’est une
classe marquée par la contradiction : culturellement élitaire, économiquement
instable, structurellement bloquée. Des locataires dans tous les sens du terme
— du logement, du travail, du statut. Ce qu’ils cherchent en politique n’est
pas la révolution marxiste, mais la récupération du futur qu’on leur avait
promis.
Le
logement est la pression la plus visible. D’après le cabinet Zumper, le loyer moyen
mensuel d’un deux-pièces à New York a augmenté de 15,8 % sur un an, atteignant
5 500 dollars. À Brooklyn, il est de 4 645 dollars. Cela signifie qu’un ménage
gagnant 150 000 dollars par an — soit le top 10 % national — peut être amené à
consacrer plus de 30 % de son revenu au loyer. Ce qui était autrefois un chemin
vers la stabilité — études, emploi qualifié, logement modeste — est devenu une
course mensuelle pour garder un toit, sans rien épargner.
Un
sondage du Manhattan Institute, en juin, révèle que le logement est la première
préoccupation d’un quart des électeurs, juste derrière la criminalité et la
sécurité publique (26 %). L’emploi, les impôts et l’économie arrivent loin
derrière (18 %).
Mais ce
n’est pas seulement une question de coût — c’est une question de trajectoire.
La propriété fut jadis le pont entre la lutte générationnelle et la stabilité
de classe moyenne. Elle permettait de transformer le travail en richesse et d’ancrer
les familles dans leurs communautés. Ce pont est désormais effondré. Pour les
électeurs de Mamdani, posséder une maison relève de la provocation : ils ont
suivi les règles, mais les récompenses ont disparu.
L’éducation,
autre pilier de l’ascension sociale, est tout aussi fragile. Les bénéfices d’un
diplôme universitaire se sont érodés. Des chercheurs de la Réserve fédérale de
Saint-Louis ont constaté que, si les diplômés gagnent toujours plus que les
non-diplômés, l’écart de richesse entre eux se réduit fortement. Chez les
jeunes générations — notamment les Américains blancs nés dans les années 1980 —
l’avantage de richesse sur une vie entière s’est presque effacé, posant la
question de la réelle valeur financière des études supérieures. Et les coûts
continuent de grimper. Pour les jeunes professionnels, la dette étudiante est
devenue le prix d’entrée d’un marché du travail qui ne livre plus ses
promesses. Toute une génération a hypothéqué son avenir pour des emplois qui ne
permettent même plus d’en construire un.
Et il ne
s’agit pas seulement du prix des études, mais de la compétition pour les
avantages qu’elles étaient censées garantir. Le marché du travail de l’élite
est devenu plus brutal, alors même que le travail lui-même s’est vidé de sens.
Un grand nombre des partisans de Mamdani occupent ce que David Graeber appelait
des “bullshit jobs” — des postes sans réelle utilité productive,
maintenus par inertie, image de marque ou subventions. Ce ne sont pas des
emplois ouvriers délocalisés en Chine, mais des emplois de col blanc perdus
dans l’abstraction.
Ce à quoi
Mamdani a donné voix, ce n’est pas une guerre de classes à l’ancienne — pas le
locataire contre le propriétaire, ni l’ouvrier contre le patron. C’est une
révolte des éduqués contre le système qui leur a menti. En miroir de
l’aliénation du Midwest désindustrialisé, le Brooklyn gentrifié ressent sa
propre désillusion. La promesse implicite de prospérité — que l’effort et le
diplôme paieraient — s’est rompue. Leurs identités professionnelles
s’effritent. Leurs revenus stagnent. Et pourtant, ils restent dépendants d’un
système qu’ils ne peuvent plus se permettre.
C’est
l’économie politique de la misère professionnelle. Elle engendre de la rancune,
certes, mais aussi une nostalgie d’avenir : non pour la révolution abstraite,
mais pour une restauration concrète : un logement abordable, des
transports accessibles, un travail qui a du sens, une ville où l’âge adulte
reste possible.
Comme
l’écrivait Julius Krein en 2019 dans American Affairs, la véritable
fracture économique n’oppose pas les élites aux classes populaires, mais les
élites entre elles : celles qui vivent du capital contre celles qui vivent du
travail, y compris du travail « de prestige ». Les professionnels qui
faisaient tourner le système se retrouvent désormais à sa merci.
Il est
facile de qualifier leurs revendications de radicales. Ce qui est plus
difficile, c’est d’admettre que ce qu’ils réclament correspond à des valeurs
que les conservateurs devraient reconnaître : posséder, s’établir, fonder une
famille, appartenir à une communauté offrant continuité et sens. Ce ne sont pas
des valeurs marginales, mais les fondations d’une société stable.
Voilà la
leçon pour la droite : trop souvent, les conservateurs ne s’intéressent à la
désindustrialisation que lorsqu’elle touche les ouvriers ruraux. Ils négligent
la manière dont la classe diplômée est, elle aussi, devenue locataire — du
logement, des institutions, et même de sa position sociale. La base de Mamdani
n’est pas en colère d’avoir perdu du pouvoir ; elle est en colère de ne jamais
avoir eu les moyens d’assurer sa propre stabilité.
Un
mouvement conservateur sérieux, soucieux du bien commun, devrait y voir un
appel à l’action. Ces électeurs n’ont pas été perdus au profit de la gauche par
fatalité. Ce que révèle la victoire de Mamdani, ce n’est pas que les
professionnels new-yorkais se sont convertis au socialisme, mais qu’ils ont
cessé de croire aux institutions censées les servir.
Et
pourtant, les éléments d’une alternative existent déjà — mais pas encore dans
l’imaginaire politique :
·
une politique du logement pro-famille,
adaptée au coût de la vie urbain,
·
une politique industrielle créant des
emplois qualifiés en dehors de la finance et du marketing,
·
une vision humaine de l’éducation, qui ne
réduise pas les jeunes à des endettés hyperproductifs,
·
et une réflexion plus large sur le sens du
travail intellectuel au service de la nation plutôt que du capital.
Mamdani
ne propose pas cette vision. Mais il a capté quelque chose de réel. Et cela
devrait inquiéter quiconque souhaite que la politique américaine dépasse le
faux duel entre progressisme oéngéisé et technocratie financiarisée.
Une
nouvelle classe inquiète est là : hautement diplômée, économiquement fragile,
politiquement instable.
Si les conservateurs
refusent de la comprendre, s’ils se réfugient dans les clichés et les guerres
culturelles recyclées, ils perdront ce terrain par défaut. Mais s’ils acceptent
d’y voir un appel à reconstruire le rêve américain, ils pourraient trouver en
cette classe moins une menace qu’un allié.
La
politique américaine ne sera pas façonnée par les seules élites du capital ni
par les classes ouvrières isolées. Ceux qui ont voté pour Mamdani incarnent une
troisième force : la classe moyenne frustrée, suréduquée et sous-récompensée,
les ambitieux sans escalier.
L’élection
de Mamdani n’est pas une crise d’humeur des privilégiés, mais un avertissement.
Max Mansoubi,
8/11/2025
Dans son
discours de victoire électorale, lorsque Zohran Mamdani, le nouveau maire de
New York, a déclaré avoir « abattu une dynastie politique », il ne s’agissait
pas simplement d’une revanche contre Andrew Cuomo, mais d’un signal bien plus
large : une tentative de redéfinir qui détient la légitimité politique dans la
Grosse Pomme — et peut-être, par ricochet, à l’échelle nationale.
Sa
phrase, « nous avons renversé une dynastie politique », est une déclaration de
guerre culturelle et politique. Ce n’est pas seulement une attaque contre
Andrew Cuomo et sa puissante famille, qui ont dominé la politique de l’État
pendant des décennies, mais une tentative de renégocier le concept même de
droit et d’héritage dans la politique new-yorkaise.
Jusqu’à
présent, l’autorité politique était perçue comme une propriété transmise entre
quelques noms prestigieux, souvent liés au grand capital et à un cercle
restreint de donateurs milliardaires. La victoire de Mamdani, issu d’un milieu
d’activisme multiracial et de mobilisation de la classe ouvrière, déplace l’axe
de la légitimité. Il affirme implicitement que la véritable force politique ne
réside ni dans les patronymes illustres ni dans les dons des super-riches, mais
dans la base : les mouvements populaires et la capacité à organiser des
coalitions diverses et ouvrières.
Dans cet
article, j’explique, pour le public italien, la portée et le contexte
historique de cette déclaration. Nous verrons ce qui change réellement pour New
York en matière de politiques sociales et de gestion municipale, ainsi que les
implications possibles au niveau national, où les affrontements entre
l’establishment et les mouvements progressistes deviennent de plus en plus
évidents. L’ascension de figures comme Mamdani suggère un changement sismique :
le pouvoir n’est plus conféré d’en haut, mais revendiqué et construit d’en bas.
Quelle «
dynastie » a été vaincue ?
Mamdani
visait clairement la famille Cuomo, celle d’Andrew et de Mario Cuomo. Mario fut
une figure majeure, gouverneur de l’État de New York dans les années 1980 et
1990, consolidant le nom de la famille dans la politique locale. Son fils
Andrew suivit ses traces, gouvernant de 2011 à 2021 — une décennie qui renforça
encore la perception d’une véritable « dynastie ». Andrew tenta ensuite
d’étendre son influence en se présentant à la mairie de New York. Zohran
Mamdani réussit à le battre, d’abord aux primaires démocrates (où le nom Cuomo
conservait un poids historique et un réseau de soutiens puissants), puis aux
élections générales.
En
proclamant la « fin d’une dynastie politique », Mamdani a voulu envoyer un
message fort : l’époque où un membre de la famille Cuomo pouvait, grâce au
prestige du nom, à un consensus enraciné et à des réseaux d’argent, compter sur
une victoire électorale quasi automatique, est révolue. Cette victoire n’est
pas un simple changement de garde : elle symbolise un profond déplacement du
paysage politique new-yorkais. Elle suggère que le mérite, l’activisme
populaire et un programme progressiste centré sur les besoins des classes
laborieuses et multiethniques ont désormais une légitimité capable de défier
les structures de pouvoir héritées.
Mais la «
dynastie » ne se limite pas à un nom : elle désigne aussi un système
politico-économique, un réseau d’intérêts fonciers, immobiliers et financiers,
soutenu par des donateurs fortunés. Ce modèle favorise une gouvernance
technocratique et déférente envers les marchés immobiliers — un « gouvernement
pour les élites » plutôt que pour les travailleurs.
Avec sa victoire, Mamdani indique que ce n’est pas seulement la fin de l’ère
Cuomo, mais celle d’une classe politique qui se pensait « héritière naturelle
».
Une
victoire sans précédent
Pour les
observateurs de la politique new-yorkaise, la victoire de Mamdani est un
véritable séisme. Premier maire musulman et sud-asiatique de New York, l’un des
plus jeunes, il incarne une représentation symboliquement forte.
Son programme est radical pour les standards de la ville : gel des loyers,
hausse du salaire minimum, gratuité des bus, création d’épiceries publiques.
Son succès ne doit rien aux élites, mais à la mobilisation populaire, aux
petits donateurs et aux jeunes électeurs.
Politiquement, cela confirme qu’une métropole mondialisée et traditionnellement
gouvernée par de grands intérêts peut être dirigée par une force alternative,
issue des luttes sociales.
Mamdani
revendique un mandat clair : la crise du logement, des transports et du coût de
la vie est au centre.
S’il parvient à réaliser ne serait-ce qu’une partie de ses promesses —
ambitieuses — il aura transformé la fonction même de maire : non plus
gestionnaire, mais agent du changement social.
Cependant,
il faut rester lucide : les structures de pouvoir à New York — immobilières,
financières, bureaucratiques — sont solides et ne disparaissent pas avec une
élection. De plus, les compétences de la ville sont limitées par l’État de New
York et le Congrès fédéral. Dire que la « dynastie » est terminée serait donc
prématuré ; elle est surtout sérieusement ébranlée.
Mais un
effet concret existe : le profil de ceux qui peuvent prétendre gouverner New
York change. Jeunes, issus des minorités, clairement ancrés à gauche — ils
deviennent désormais des candidats légitimes. Le « modèle » s’élargit.
Répercussions
nationales
Pour la
gauche américaine, la victoire de Mamdani n’est pas un accident isolé, mais un
cas d’école. Si une métropole aussi influente que New York élit un maire
ouvertement socialiste, alors l’argument selon lequel les candidats
progressistes de base seraient « inéligibles » perd beaucoup de sa force. Cette
victoire prouve qu’un programme ambitieux de justice sociale et économique peut
séduire même dans les bastions de l’ordre établi.
Le succès
de Mamdani rend plus crédible l’idée que d’autres candidats progressistes
peuvent gagner en misant sur l’ancrage communautaire, l’organisation populaire
et des plateformes sans compromis sur la lutte contre les inégalités. Sa
victoire devient un modèle reproductible.
En
évoquant la « dynastie », Mamdani ne se limite pas à New York : sa critique
vise l’ensemble de la classe politique américaine — les Bush, les Clinton, les
Trump —, ces familles qui perpétuent leur pouvoir comme s’il leur revenait de
droit. Son triomphe envoie un message clair : l’électorat refuse le recyclage
perpétuel des élites et réclame du renouveau, de l’authenticité et de la
diversité. Les conservateurs et les modérés ont d’ailleurs réagi comme à une
alarme : la direction républicaine parle déjà de « plus grande victoire du
socialisme aux USA ». Mamdani devient ainsi à la fois un phare pour la gauche
et une cible pour la droite.
Un double
séisme politique
La
victoire marque la fin symbolique — au moins électorale — d’une dynastie :
celle des Cuomo, et plus largement d’un modèle de pouvoir héréditaire.
Elle remet en cause la politique des appareils et des arrangements de coulisses
qui ont longtemps régi New York. Mais elle propose aussi un nouveau paradigme :
plus de démocratie participative, une attention aux classes moyennes et
populaires, une rupture avec les élites économiques.
L’accent se déplace de la capacité à lever des fonds vers la capacité à
construire un consensus populaire.
Toutefois,
l’euphorie doit affronter la réalité : une victoire symbolique ne dissout pas
les blocages du système. Les bureaucraties, les lobbies immobiliers et les
alliances politiques continuent d’agir. La véritable épreuve sera de
transformer cette victoire symbolique en gouvernement concret et réformateur. Si
Mamdani parvient à traduire ses promesses — justice du logement, climat,
redistribution — en politiques effectives, alors oui, on pourra parler de
changement historique.
Sinon, sa phrase « nous avons abattu une dynastie » risquera de se réduire à un
slogan sans suite.
Un
message universel
Pour un
observateur extérieur, notamment en Europe, le message de Mamdani est universel
: il s’agit de dire non à des gouvernements qui se croient intouchables en
raison de leur pedigree ou de leur richesse, et oui à des pouvoirs issus de la
mobilisation populaire, des mouvements de base et de la traduction politique
des revendications concrètes.
Ce modèle
de déplacement du pouvoir, s’il s’avère durable, pourrait consolider l’aile
progressiste du Parti démocrate et inspirer les forces de gauche européennes,
souvent incapables de briser le monopole des élites.
La victoire de Mamdani est une hypothèse ; le succès de son gouvernement, la
thèse à démontrer.
- “Envoyez-moi vos fatigués, vos pauvres,
- Envoyez-moi vos cohortes qui aspirent à vivre libres,
- Les rebuts de vos rivages surpeuplés.
- Envoyez-les moi, les déshérités, que la tempête m'apporte,
- De ma lumière, j'éclaire la porte d'or !”
Première strophe du sonnet d'Emma Lazarus gravé sur le piédestal de la statue de la Liberté
Ella Baron, The Guardian
@mazjobrani #mazjobrani #mazjobranicomedy #zohranmamdani #italy #fyp ♬ original sound - Maz Jobrani





















